A prefeitura de São Sebastião do Caí inicia, nos próximos dias, o Plano de Regularização Fundiária do loteamento Carlos Antônio Knapp, na parte norte da cidade. A área fica junto ao Loteamento Nova Rio Branco e abrange 140 lotes com 360 metros quadrados cada, dentro de um terreno com 10 hectares .
Conforme o secretário Municipal de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente, Alzir Bach, a área se encontra embargada judicialmente, por ser um loteamento irregular. “O município assumiu a responsabilidade pela regularização. O primeiro passo para isso será a realização do Cadastro Social, que será feito por funcionários da Casa da Cidadania.”
Bach ressalta que é essa visita de porta em porta que deve se iniciar na próxima semana, junto aos moradores da área a ser regularizada. “O mesmo procedimento será aplicado, mais tarde, para a regularização fundiária da Vila São Martim”, completa.
(ACOM Prefeitura de São Sebastião do Caí)
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Prefeito de Caí assinou contrato para construção de creche
O prefeito Darci José Lauermann (PMDB) assinou nesta quinta-feira (dia 15) o contrato para o início da construção da escola de Educação Infantil do bairro Quilombo. O ato marca o sinal verde para o início dos trabalhos no terreno na Rua 12 de Agosto esquina com a José Bonifácio, próximo à Escola Estadual Paulo Freire.
Esta será a segunda creche inaugurada por Lauermann em menos de dois anos. A nova escola será a maior da categoria na no município. O prédio terá 1.118 metros quadrados, em um terreno de 3.124 metros quadrados. O projeto é para uma escola com capacidade para 240 alunos. Atualmente, as crianças do bairro são atendidas pelas creches do Lajeadinho, bairro Navegantes ou mesmo do bairro Vila Rica.
(ACOM Prefeitura de São Sebastião do Caí)
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Esta será a segunda creche inaugurada por Lauermann em menos de dois anos. A nova escola será a maior da categoria na no município. O prédio terá 1.118 metros quadrados, em um terreno de 3.124 metros quadrados. O projeto é para uma escola com capacidade para 240 alunos. Atualmente, as crianças do bairro são atendidas pelas creches do Lajeadinho, bairro Navegantes ou mesmo do bairro Vila Rica.
(ACOM Prefeitura de São Sebastião do Caí)
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Saúde do trabalhador é tema de evento em Caí
Stress no trabalho, felicidade e espiritualidade estão entre os temas que serão abordados a partir desta terça-feira, na II Jornada de Saúde Integral do Trabalhador do Vale do Caí. O evento vai até quinta-feira, no Centro de Cultura (Rua Pinheiro Machado, 600 – Centro), com palestras de médicos, psicoterapeuta e um físico.
De acordo com o médico Paulo Verney Diefenbach da Silveira, que coordena o evento, a idéia é mostrar que a saúde dos trabalhadores começa nos campos espiritual e mental. “Vivemos em uma época neurótica e deprimida e isso afeta em cheio o ambiente de trabalho, com exigências cada vez maiores de produtividade e disputas cada vez mais ferrenhas”, assinala.
Silveira explica que há também a intenção de chamar a atenção das Delegacias Regionais do Trabalho (DRTs) os casos de depressão no trabalho. “O ‘Integral’ do nome da jornada quer dizer áreas do conhecimento que vão da alopatia à homeopatia, passando pela medicina holística e outras áreas do conhecimento”, ressalta o coordenador.
Esse evento tem o apoio da prefeitura de São Sebastião do Caí e da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (Amvarc), além de empresas regionais e da empresa Climed Ocupacional. O ingresso custa um quilo de alimento não-perecível
PROGRAMAÇÃO
A solenidade de abertura da Jornada de Saúde ocorre às 19h30, com a presença do superintendente da Delegacia Regional do Trabalho no Estado (DRT-RS), Eron Oliveira. Às 20h30, começa a palestra Administrando o stress e vencendo a depressão laboral, a cargo do médico do Trabalho Paulo Verney D. Silveira.
Já a quarta-feira terá como tema Felicidade – O que é isso?, na palestra do Pediatra, Homeopata e Psicoterapeuta Cláudio Rhein. Será a partir das 20 horas. No mesmo horário, na quinta-feira, ocorre a palestra do físico e conferencista internacional Moacir Costa Araújo Lima. O tema de encerramento da Jornada será O trabalho, a ciência e a espiritualidade.
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De acordo com o médico Paulo Verney Diefenbach da Silveira, que coordena o evento, a idéia é mostrar que a saúde dos trabalhadores começa nos campos espiritual e mental. “Vivemos em uma época neurótica e deprimida e isso afeta em cheio o ambiente de trabalho, com exigências cada vez maiores de produtividade e disputas cada vez mais ferrenhas”, assinala.
Silveira explica que há também a intenção de chamar a atenção das Delegacias Regionais do Trabalho (DRTs) os casos de depressão no trabalho. “O ‘Integral’ do nome da jornada quer dizer áreas do conhecimento que vão da alopatia à homeopatia, passando pela medicina holística e outras áreas do conhecimento”, ressalta o coordenador.
Esse evento tem o apoio da prefeitura de São Sebastião do Caí e da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (Amvarc), além de empresas regionais e da empresa Climed Ocupacional. O ingresso custa um quilo de alimento não-perecível
PROGRAMAÇÃO
A solenidade de abertura da Jornada de Saúde ocorre às 19h30, com a presença do superintendente da Delegacia Regional do Trabalho no Estado (DRT-RS), Eron Oliveira. Às 20h30, começa a palestra Administrando o stress e vencendo a depressão laboral, a cargo do médico do Trabalho Paulo Verney D. Silveira.
Já a quarta-feira terá como tema Felicidade – O que é isso?, na palestra do Pediatra, Homeopata e Psicoterapeuta Cláudio Rhein. Será a partir das 20 horas. No mesmo horário, na quinta-feira, ocorre a palestra do físico e conferencista internacional Moacir Costa Araújo Lima. O tema de encerramento da Jornada será O trabalho, a ciência e a espiritualidade.
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Definido o modelo a ser seguido para regularizar área industrial em Caí
Uma reunião ocorrida na noite desta terça-feira sacramentou a opção pela criação de um distrito industrial em São Sebastião do Caí, às margens da RS-122. O encontro, com 20 dos 44 condôminos do antigo Condomínio Empresarial, ocorreu na prefeitura e teve a participação do prefeito Darci Lauermann (PMDB), do secretário Municipal de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente, Alzir Bach, e do assessor jurídico do Executivo, Júnior Dutra. A decisão abre o processo para regularização da área no bairro Angico, onde algumas poucas empresas estão funcionando e a maior parte dos terrenos ainda está vazia.
O próximo passo será o desmembramento dos terrenos, para que cada proprietário tenha sua matricula de imóvel. Paralelamente, isso vai permitir que o espaço das ruas seja finalmente doado ao patrimônio do município, permitindo obras de melhoria da infra-estrutura local. “Como a área toda ainda é um imóvel particular com vários donos, legalmente a prefeitura não pode realizar obras”, ressalta Lauermann.
A outra opção, segundo o advogado da prefeitura, seria os proprietários continuarem como condomínio. “Mas aí, eles teriam que arcar com a infra-estrutura das ruas, sistema de esgoto e melhorias na iluminação pública”, explica Dutra. A idéia da prefeitura é que, com o município abraçando os trabalhos de infra-estrutura, as empresas realmente se instalem no local.
Como boa parte dos proprietários moram fora do município, ficou definido ontem que um dos empresários será o procurador do grupo. Os próximos 10 ou 15 dias serão dedicados à assinatura das procurações para tocar o projeto. O passo seguinte será mapear o desmembramento e levar tudo ao cartório de registro de imóveis, para a divisão em novas escrituras.
(ACOM Prefeitura de São Sebastião do Caí)
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O próximo passo será o desmembramento dos terrenos, para que cada proprietário tenha sua matricula de imóvel. Paralelamente, isso vai permitir que o espaço das ruas seja finalmente doado ao patrimônio do município, permitindo obras de melhoria da infra-estrutura local. “Como a área toda ainda é um imóvel particular com vários donos, legalmente a prefeitura não pode realizar obras”, ressalta Lauermann.
A outra opção, segundo o advogado da prefeitura, seria os proprietários continuarem como condomínio. “Mas aí, eles teriam que arcar com a infra-estrutura das ruas, sistema de esgoto e melhorias na iluminação pública”, explica Dutra. A idéia da prefeitura é que, com o município abraçando os trabalhos de infra-estrutura, as empresas realmente se instalem no local.
Como boa parte dos proprietários moram fora do município, ficou definido ontem que um dos empresários será o procurador do grupo. Os próximos 10 ou 15 dias serão dedicados à assinatura das procurações para tocar o projeto. O passo seguinte será mapear o desmembramento e levar tudo ao cartório de registro de imóveis, para a divisão em novas escrituras.
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Prefeitura vacina contra gripe em empresas do município
Secretaria Municipal da Saúde, Assistência Social e da Família estará levando a vacinação contra gripe A para dentro das empresas, a partir desta quinta-feira (dia 15). Conforme o titular da pasta, Fernando Cofferri, a medida é para abranger um número maior de pessoas, devido à baixa procura nos postos de saúde caienses. O calendário começa pela empresa Qix, passa pela Conservas Oderich nos dias 19 e 20, chega à Agrosul no dia 22 e encerra a etapa na Leitz Ferramentas, dia 23.
De acordo com Cofferri, outras empresas que queiram agendar visita da equipe de vacinação devem entrar em contato com a Secretaria Municipal de Saúde, no 3635- 1402. A vacinação nas firmas vai obedecer às faixas etárias atendidas em cada fase da campanha. Até o dia 23 de abril, estão sendo vacinadas pessoas com idades entre 20 e 29 anos, crianças de seis meses a dois anos e doentes crônicos com até 60 anos de idade.
POSTOS DE SAÚDE
A vacinação contra o vírus H1N1, da gripe A, continua sendo aplicada normalmente na Secretaria de Saúde do município (Rua Benjamin Constant, junto ao INSS) e nos postos de saúde do Loteamento Popular e da Vila São Martim. O secretário Cofferri conta que houve um aumento na procura dos postos depois do mutirão realizado no último sábado. “Vacinamos 564 pessoas no final de semana. Antes, o movimento nos postos era de 30 pessoas por dia. Nesta semana, a freqüência pulou para 80 vacinas diárias”, contabiliza o secretário.
Cofferri explica que o Ministério da Saúde estabeleceu como meta que sejam imunizados 80% do público-alvo de cada fase da campanha. “Mas cada pessoa precisa tomar a vacina na etapa certa, já que as doses são contadas para cada público.” A partir de 24 de abril, a vacinação passa a valer para idosos com mais de 60 anos portadores de doenças crônicas e, de 10 maio em diante, para pessoas com idades entre 30 e 39 anos.
VACINAÇÃO DE IDOSOS
O dia 24 de abril, um sábado, será de mutirão para vacinação de idosos contra a gripe comum. Como ocorre todos os anos, a campanha abrange pessoas com mais de 60 anos. “Neste dia, teremos vacinação nos três postos de saúde da prefeitura e vamos montar equipes itinerantes para as localidades do interior.”
O secretário diz que haverá também um posto de vacinação no calçadão da Rua Marechal Deodoro, no Centro. “Já que será dia de Alegres Manhãs de Sábado”, assinala Cofferri. Ele refere-se à promoção da prefeitura para movimentar o comércio com atrações artísticas, jogos, brincadeiras e outras atividades espalhadas pelas ruas do Centro.
(ACOM Prefeitura de São Sebastião do Caí)
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De acordo com Cofferri, outras empresas que queiram agendar visita da equipe de vacinação devem entrar em contato com a Secretaria Municipal de Saúde, no 3635- 1402. A vacinação nas firmas vai obedecer às faixas etárias atendidas em cada fase da campanha. Até o dia 23 de abril, estão sendo vacinadas pessoas com idades entre 20 e 29 anos, crianças de seis meses a dois anos e doentes crônicos com até 60 anos de idade.
POSTOS DE SAÚDE
A vacinação contra o vírus H1N1, da gripe A, continua sendo aplicada normalmente na Secretaria de Saúde do município (Rua Benjamin Constant, junto ao INSS) e nos postos de saúde do Loteamento Popular e da Vila São Martim. O secretário Cofferri conta que houve um aumento na procura dos postos depois do mutirão realizado no último sábado. “Vacinamos 564 pessoas no final de semana. Antes, o movimento nos postos era de 30 pessoas por dia. Nesta semana, a freqüência pulou para 80 vacinas diárias”, contabiliza o secretário.
Cofferri explica que o Ministério da Saúde estabeleceu como meta que sejam imunizados 80% do público-alvo de cada fase da campanha. “Mas cada pessoa precisa tomar a vacina na etapa certa, já que as doses são contadas para cada público.” A partir de 24 de abril, a vacinação passa a valer para idosos com mais de 60 anos portadores de doenças crônicas e, de 10 maio em diante, para pessoas com idades entre 30 e 39 anos.
VACINAÇÃO DE IDOSOS
O dia 24 de abril, um sábado, será de mutirão para vacinação de idosos contra a gripe comum. Como ocorre todos os anos, a campanha abrange pessoas com mais de 60 anos. “Neste dia, teremos vacinação nos três postos de saúde da prefeitura e vamos montar equipes itinerantes para as localidades do interior.”
O secretário diz que haverá também um posto de vacinação no calçadão da Rua Marechal Deodoro, no Centro. “Já que será dia de Alegres Manhãs de Sábado”, assinala Cofferri. Ele refere-se à promoção da prefeitura para movimentar o comércio com atrações artísticas, jogos, brincadeiras e outras atividades espalhadas pelas ruas do Centro.
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
Venda para merenda escolar anima agricultores caienses
Mais de 300 quilos de beterraba, quase 500 pés de alface, uma centena e outro tanto de espigas de milho, sem falar da batata-doce, pepino, feijão, melão, aipim e outros seis produtos da agricultura familiar caiense. Ingredientes que deram gosto diferente à merenda das escolas municipais no mês de março, segundo o levantamento divulgado na última semana pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto (Smecd).
Foram pouco mais de R$ 3,1 mil investidos no primeiro mês de compras sob a vigência da Lei Federal 11.947/2009. A norma diz que pelo menos 30% dos ingredientes da merenda devem ser adquiridos junto à agricultura familiar local. Entre os estabelecimentos mantidos pela prefeitura caiense, o programa atende oito escolas de Educação Infantil, 12 escolas de Ensino Fundamental, duas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e quatro escolas de turno integral.
Mas são os agricultores locais que são os mais animados pela nova receita, segundo o coordenador Municipal de Agricultura, Paulo Fuhr. “Temos produtores já pensando em investir em novas estufas e em maior variedade de produtos hortigranjeiros”, explica. A vantagem do programa, de acordo com Fuhr, é que a venda para a merenda se torna uma renda certa, ainda que para uma parcela da produção.
“A maior parte dos produtos hortigranjeiros locais são comercializados na Central de Abastecimento do Estado (Ceasa), em Porto Alegre. Mas lá, os produtos saem conforme a demanda do dia.” Ou seja, nem a venda de todo o lote ou mesmo o bom preço são garantidos, explica o coordenador.
PRODUTORES
“A Ceasa é uma loteria. Às vezes falta e às vezes sobra comprador. Já o pedaço que vai para a merenda é um dinheirinho certo”, conta o agricultor Leomar Hochscheidt, da localidade de Arroio Bonito, interior do município. "O único contratempo é que estamos tendo que nos adequar às exigências de como tirar as notas fiscais”, completa.
É que, pelas regras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as notas precisam ser emitidas por escola e a cada entrega. E não uma nota com o total da venda no mês, como pensava a maioria dos produtores. “Mas nada ao qual a gente não se adapte”, emenda Hochscheidt.
O agricultor Clóvis Muller Clineom conta que os produtos são entregues conforme pedido feito pelas nutricionistas. “Às segundas-feiras, a gente sai cedo (ainda de madrugada) com a carga da Ceasa e da merenda. Vamos a Porto Alegre e, na volta (em torno de 9 horas da manhã), a gente deixa na cidade a carga da merenda”, explica o produtor. “A gente entrega vagem, couve-flor, beterraba, conforme a época do produto e o pedido. Tem dia em que o pedido é batata-doce e deixa o aipim de lado, em outro a gente acrescenta uma fruta, e assim por diante.”
“Ainda estamos na era do pré-pronto e do industrializado. Vamos ver o que acontece”, pondera Milton Nascimento Conceição, sobre o benefício para a agricultura familiar. Mas, apesar de cauteloso, ele admite que também vê com bons olhos a iniciativa.
PARA ENTENDER MELHOR:
A obrigatoriedade de 30% da merenda escolar ser de produtos comprados da agricultura familiar é determinada pela Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009. Apesar norma ser da metade do ano passado, a lei ainda dava seis meses para a obrigação começar a valer. Prazo que venceu em dezembro. quando as escolas já estavam em férias. Então , as compras de merenda pela nova regra só começaram em março, depois da volta às aulas.
Os recursos para a merenda escolar vêm do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), via Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O dinheiro é repassado a uma conta específica na cidade, onde o recurso é administrado pelo Conselho de Alimentação Escolar (CAE), que por sua vez é formado por representantes da prefeitura, dos professores, pais de alunos e da sociedade civil. No entanto, o dinheiro só pode ser gasto na compra de alimentos do cardápio estabelecido por nutricionistas da prefeitura.
Já os agricultores familiares, que fornecem 30% da merenda, são produtores que trabalham em pequenas propriedades rurais, e que tocam suas plantações com mão-de-obra essencialmente familiar. Segundo a definição estabelecida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), eles têm sua principal renda de sua lavoura e também é a família que administra o negócio.
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Foram pouco mais de R$ 3,1 mil investidos no primeiro mês de compras sob a vigência da Lei Federal 11.947/2009. A norma diz que pelo menos 30% dos ingredientes da merenda devem ser adquiridos junto à agricultura familiar local. Entre os estabelecimentos mantidos pela prefeitura caiense, o programa atende oito escolas de Educação Infantil, 12 escolas de Ensino Fundamental, duas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e quatro escolas de turno integral.
Mas são os agricultores locais que são os mais animados pela nova receita, segundo o coordenador Municipal de Agricultura, Paulo Fuhr. “Temos produtores já pensando em investir em novas estufas e em maior variedade de produtos hortigranjeiros”, explica. A vantagem do programa, de acordo com Fuhr, é que a venda para a merenda se torna uma renda certa, ainda que para uma parcela da produção.
“A maior parte dos produtos hortigranjeiros locais são comercializados na Central de Abastecimento do Estado (Ceasa), em Porto Alegre. Mas lá, os produtos saem conforme a demanda do dia.” Ou seja, nem a venda de todo o lote ou mesmo o bom preço são garantidos, explica o coordenador.
PRODUTORES
“A Ceasa é uma loteria. Às vezes falta e às vezes sobra comprador. Já o pedaço que vai para a merenda é um dinheirinho certo”, conta o agricultor Leomar Hochscheidt, da localidade de Arroio Bonito, interior do município. "O único contratempo é que estamos tendo que nos adequar às exigências de como tirar as notas fiscais”, completa.
É que, pelas regras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as notas precisam ser emitidas por escola e a cada entrega. E não uma nota com o total da venda no mês, como pensava a maioria dos produtores. “Mas nada ao qual a gente não se adapte”, emenda Hochscheidt.
O agricultor Clóvis Muller Clineom conta que os produtos são entregues conforme pedido feito pelas nutricionistas. “Às segundas-feiras, a gente sai cedo (ainda de madrugada) com a carga da Ceasa e da merenda. Vamos a Porto Alegre e, na volta (em torno de 9 horas da manhã), a gente deixa na cidade a carga da merenda”, explica o produtor. “A gente entrega vagem, couve-flor, beterraba, conforme a época do produto e o pedido. Tem dia em que o pedido é batata-doce e deixa o aipim de lado, em outro a gente acrescenta uma fruta, e assim por diante.”
“Ainda estamos na era do pré-pronto e do industrializado. Vamos ver o que acontece”, pondera Milton Nascimento Conceição, sobre o benefício para a agricultura familiar. Mas, apesar de cauteloso, ele admite que também vê com bons olhos a iniciativa.
PARA ENTENDER MELHOR:
A obrigatoriedade de 30% da merenda escolar ser de produtos comprados da agricultura familiar é determinada pela Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009. Apesar norma ser da metade do ano passado, a lei ainda dava seis meses para a obrigação começar a valer. Prazo que venceu em dezembro. quando as escolas já estavam em férias. Então , as compras de merenda pela nova regra só começaram em março, depois da volta às aulas.
Os recursos para a merenda escolar vêm do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), via Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O dinheiro é repassado a uma conta específica na cidade, onde o recurso é administrado pelo Conselho de Alimentação Escolar (CAE), que por sua vez é formado por representantes da prefeitura, dos professores, pais de alunos e da sociedade civil. No entanto, o dinheiro só pode ser gasto na compra de alimentos do cardápio estabelecido por nutricionistas da prefeitura.
Já os agricultores familiares, que fornecem 30% da merenda, são produtores que trabalham em pequenas propriedades rurais, e que tocam suas plantações com mão-de-obra essencialmente familiar. Segundo a definição estabelecida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), eles têm sua principal renda de sua lavoura e também é a família que administra o negócio.
(ACOM Prefeitura de São Sebastião do Caí)
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sábado, 10 de abril de 2010
Arara encontrada no Caí
Uma arara foi encontrada ontem em fios de iluminação pública de São Sebastião do Caí. O estudante de biologia da Feevale Arnaldo Klein Pegoraro, 18 anos, conseguiu capturá-la com a ajuda de uma vara para colher frutas (foto). Logo após, levou-a ao veterinário Adalberto Weissheimer, de onde foi encaminhada ao Zoológico de Sapucaia do Sul. "Ela está magra e cansada, provavelmente fugiu de um cativeiro", diz Weissheimer. Conforme biólogos do Zoológico de Sapucaia, a arara é da espécie canindé.
Fonte: Jornal NH Online
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